quinta-feira, setembro 08, 2011

A Janela que continham Gestos de Interesses incomuns revelaria Movimentos de Desejos não adestrados.

A Janela.

Queria ver em uma janela, seus movimentos.

Talvez houvesse cabelos ao vento.

Relembrar de um tempo e ligado a este momento.

Tornar meus versos em protesto.

O gesto.

O afeto onde foi parar?

No meu peito, oras onde mais deveria estar?

Protesto por que não me deu o que eu quis.

Infeliz foi você que negaste o braço ao meu desejo.

O interesse

Queria só olhar, o que há de mal ligado a este momento?

Saberias interpretar a má intenção do meu intento.

Acertara novamente, leviano e azarento.

Houve um black-out, ai que alguém me mate.

O movimento

Estava ali próximo, a tela uma cadeira.

Ninguém havia de sentar nela?

Ao fundo do cenário não consigo lembrar.

Bidimensional cadeiras protagonistas, melhor não ficará.

O desejo

Ao disparo da flecha não há como retroceder seu curso.

Ao fluir não retrocede, e sem alimento agoniza no futuro.

A mesma flecha que contem a vida domina sobre a morte.

Morto não, este efeito me deixa sem o norte, o sul nem sei onde foi parar...

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